ANJUD cobra mais uma vez coerência na gestão de perfis do PROJUDI e transfere sua expectativa institucional para o E-PROC
- Conselho Diretor Anjud
- 13 de nov. de 2025
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A ANJUD vem a público compartilhar com seus associados e com a comunidade jurídica do Paraná as conclusões a que chegou após a tramitação do processo administrativo SEI 0062490-11.2025.8.16.6000, em que a entidade voltou a denunciar o uso indevido da identidade funcional de Analista Judiciário no sistema PROJUDI
O pedido administrativo voltou a denunciar o uso indevido da identidade funcional de Analista Judiciário no sistema PROJUDI. A entidade demonstrou que estagiários e servidores de outras carreiras aparecem no sistema como Analistas Judiciários, assinando documentos e realizando atendimentos, o que compromete a fé pública e a segurança jurídica.
O Tribunal de Justiça do Paraná, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça, reconheceu que o problema é antigo (desde 2018) e decorre da própria estrutura do sistema, e não de falhas individuais. Apesar de já ter eliminado perfis irregulares, contudo, a Corregedoria admitiu que ajustes pontuais não resolvem o problema que é estrutural.
No despacho final da Presidência, a juíza auxiliar Dra. Jurema Carolina da Silveira Gomes indicou que o PROJUDI será gradualmente substituído pelo E-PROC, o que pode inviabilizar correções no sistema antigo. Assim, a ANJUD decidiu redirecionar sua cobrança institucional: em vez de insistir na reestruturação do PROJUDI, passará a concentrar esforços na implantação do E-PROC, exigindo que o novo sistema garanta a coerência jurídica e funcional dos perfis.
A Associação reafirma que a identidade de Analista Judiciário é atributo jurídico, não mero rótulo de sistema, e que o E-PROC deve refletir fielmente as atribuições e responsabilidades das carreiras. A ANJUD manterá acompanhamento constante da migração, em defesa da legalidade, da transparência e da valorização das carreiras de nível superior no TJPR.
Fonte: ANJUD Comunicação






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